Sabia que o regresso a Conakry, e consequentemente à Guiné, me consentiria uma outra ideia do local, um outro ponto de vista das coisas. A primeira vez é sempre diferente, sempre especial. A seguinte permite reforçar ideias, converter outras e abandonar as demais. Em qual das vezes nos é transmitida mais autenticidade? Da primeira ou das sequentes vezes que lá se aterra? Trata-se de uma pergunta de resposta pouco imediata. Das minhas recentes cogitações diria que a primeira vez é mais intensa. A segunda mais real. À segunda não há expectativas, sabemos ao que vamos. Se por um lado é mais confortável, por outro perde-se a curiosidade, a sensação de viagem e um pouco daquela vontade imbuída no sangue com o apetite pelo desconhecido, que se vai progressivamente diluindo a cada vez que voltamos.
Conakry, com cerca de dois milhões de habitantes, é a capital da República da Guiné. Aqui, as falhas de energia são tão frequentes que se diz ser a maior cidade do mundo sem electricidade. Não deixa de ser um grande choque a chegada a este país, principalmente para quem pisa pela primeira vez o continente Africano. Após passar a corrupta comitiva de funcionários aeroportuários e agentes alfandegários, somos recebidos por um caloroso bafo húmido como quem dá as boas vindas a este magnifico continente. Depois, é ver toda uma realidade paralela que passa em frente aos nossos olhos através do vidro do carro. Impossível ficar indiferente. Pelo menos da primeira vez!
Conakry, com cerca de dois milhões de habitantes, é a capital da República da Guiné. Aqui, as falhas de energia são tão frequentes que se diz ser a maior cidade do mundo sem electricidade. Não deixa de ser um grande choque a chegada a este país, principalmente para quem pisa pela primeira vez o continente Africano. Após passar a corrupta comitiva de funcionários aeroportuários e agentes alfandegários, somos recebidos por um caloroso bafo húmido como quem dá as boas vindas a este magnifico continente. Depois, é ver toda uma realidade paralela que passa em frente aos nossos olhos através do vidro do carro. Impossível ficar indiferente. Pelo menos da primeira vez!
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